sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Famílias.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
A direita fasço-liberal e a "inevitabilidade" do aprofundamento das desigualdades económicas.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Que pena...
Neste vídeo podemos ver um casal de homossexuais a saber que vão ser avós.
“Se um homem se deitar com outro homem como quem se deita com uma mulher, ambos praticaram um acto repugnante. Terão que ser executados, pois merecem a morte”.
Levítico 20,13
Ahhh, que pena! Logo agora que estavam tão felizes...
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
A "invasão de Goa" e a hipocrisia do fascismo.
Fez, na semana passada, 50 anos que principiou a queda do último império português, ironicamente no espaço onde o primeiro se tinha estruturado: a Índia. A União Indiana, liberta dos grilhões do colonialismo inglês em 1947, perdeu, a 18 de Dezembro de 1961, a paciência com a ridícula ditadura salazarista, invadindo os território de Goa, Damão e Diu (e anexos), que compunham o Estado Português da Índia.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Christopher Hitchens
Christopher Hitchens foi um homem que, entre outras coisas, toda a sua vida lutou contra a discriminação, o preconceito e a estupidez. E, diz-nos o catolicismo, está neste momento a arder no inferno.
É nestes momentos que não podemos deixar de sentir inveja daqueles que estão descansadinhos a arder no inferno, enquanto nós aqui a andamos a aturar católicos, muçulmanos, judeus e demais superstições.
Obituário no New York Times.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Portugal devia “marimbar-se” para os credores
Não me digam que vou ter de votar PS nas próximas eleições...
“A primeira responsabilidade de um primeiro-ministro é tratar do seu povo. Na situação em nós vivemos, estou-me marimbando para os credores e não tenho qualquer problema enquanto político e deputado de o dizer. Porque em primeiro lugar, antes dos banqueiros alemães ou franceses, estão os portugueses”
Alguém consegue discordar?
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Shh, não digam a ninguém...
...mas a Islandia não desapareceu do mapa. Não implodiu. Pelo contrário, o desemprego está a descer e a economia a crescer, apesar de terem deixado cair bancos e terem posto políticos e banqueiros atrás das grades.
E a dívida pública, perguntam vocês. Não, não precisaram que lhes perdoassem parte dela como na grécia. Já está a descer. Milagres do crescimento económico.
Mas será que a Islandia não desapareceu mesmo? Há quanto tempo não se ouve a palavra Islândia na televisão? Estará proibida?
Outra pergunta: como se reagiria na Islândia se soubessem que os seus impostos pagavam o salário de polícias à paisana cuja missão é exaltar os ânimos e prender manifestantes?
É por estas e por outras que mais vale manter esta palavra proibida. Pelo menos fora da internet. Shh.



