quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Ni una sola palabra más.

Eu sei que este senhor é (quase, porque uma certa influência do flamenco atenua um pouco esta característica) o Tony Carreira espanhol e que canta, tal como o português, uma série de piroseiras ultra-românticas, mas gosto, estranhamente, deste dueto com a Carminho (e ninguém merece este é este nome artístico, mas, enfim, é sinal de que o fado, de facto, abandonou a casa de putas para abraçar a linha do estoril).




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