segunda-feira, 26 de abril de 2010

"A mim não me papas!"




O Papa Bento XVI considerou, enquanto Cardeal, que a violação sexual de crianças por parte de mebros do clero não era uma coisa assim tão grave e que, portanto, deveriam se escondidos a todo o custo. Já depois de entronizado Papa continuou a sua política de escamoteamento dos crimes cometidos no seio da sua Igreja.

Não deve, agora, encarar com surpresa o desprezo com que é visto por largos sectores mais esclarecidos da sociedade europeia (1/4 dos católicos alemães considera abandonar a religião católica). É, assim, que se torna possível e, até, perfeitamente aceitável que funcionários do MNE britânico se possam andar entretendo, em reuniões oficiais, a propor a criação de uma marca de preservativos por parte do Papa, a sua benção de um casamento homossexual ou a inauguração de uma clínica de abortos.

E se, hoje, ainda teve direito a um pedido oficial de desculpas, no futuro será uma figura tão insignificante (queira Deus!) que não será seque convidado para visitas oficiais.

Sem comentários:

Enviar um comentário