terça-feira, 2 de março de 2010

Um país abismado.



Mesmo aqueles que, não obstante a sucessão de "complicações" em que se vê envolvido o nosso primeiro-ministro, continuavam a defender que este se mantivesse, por agora, no cargo porque cumpria ter um "governo forte", capaz de "vencer a crise", podem, perante uma nova subida na taxa de desemprego, defender a manutenção de Sócrates no poder?

Enquanto o desemprego estagna na Europa, em Portugal continua a aumentar em galope perigoso. Ultrapassámos já largamente a taxa de 10%. Custa-me bater sempre no mesmo "ceguinho". Contudo, o facto é que o país está abismado. Não por se encontrar estupefacto ou espantado com a crise e os resultados da mesma, mas porque estamos em processo de queda no abismo.

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