quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Quanto tempo até ao retorno dos neo-cons?



Obama voltou a prometer o encerramento da prisão de Guantánamo (i, Público). Pensávamos que depois de quase um ano de mandato cumprido, uma das principais bandeiras da campanha de Obama estaria cumprida. Não está e não se prevê data para que se veja cumprida. Enfim, de promessas tem sido feito este primeiro ano de governo de Barack Obama e isso até já lhe valeu o Nobel.

Contudo, o que é facto é que, tirando o discurso, nada mudou em relação àquilo que se passava na Administração Bush. Não se soube criar uma nova orientação para a política externa norte-americana e Hilary Clinton mais não tem feito do que andar feita barata tonta, oscilando entre o pântano que continuam a ser o Afeganistão e o Iraque e as fracas ameaças que tem feito em relação ao alegado programa de armamento nuclear iraniano.

Perante isto, a oposição dos neo-conservadores (os criadores da "guerra ao terrorismo") volta a sentir-se em força. Confrontados com a falta de alternativa de Obama, quanto tempo mais aguentarão os americanos antes de clamarem por um outro salvador radical e defensor da "guerra preventiva"?

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