
Perante notícias como esta (também aqui) não sei como se pode falar na realização das "segundas eleições democráticas" no Iraque. Num país onde morrem, desde a intervenção de 2003, mais de 30 civis por dia, falar de democracia é completamente ridículo. Como se pode, sequer, falar de liberdade se não existem as mínimas condições de segurança, se o próprio direito à vida se encontra completamente ameaçado?
A falta de soluções do Presidente Obama (eleito, essencialmente, porque teria uma nova estratégia para o pântano em que Bush atolou a política externa norte-americana, leva a que nada tenha mudado em relação do seu antecessor. Barack Obama é, afinal, mais do mesmo...
Perante a gritante situação humanitária que vive hoje o Iraque, já me apetece perguntar: não estava, afinal, tudo melhor com Saddam?
Par os fascistas, tudo está melhor com ditaduras
ResponderEliminarE sob que regime vive, hoje, o povo Iraquiano, afinal? Entre a cada vez maior opressão das mulheres, as infâncias vividas sob a ameaça das bombas e as mortes constantes, não me parece que se tenha feito algum progresso no sentido da democratização...
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