quarta-feira, 18 de novembro de 2009

À mulher de César não lhe basta ser honesta, tem também de parecê-lo



Portugal aparece no 35º lugar no ranking de percepção da corrupção da Transparecy Internacional. A queda neste índice tem sido constante ao longo do tempo, tendo Portugal perdido 3 décimas e 3 posições desde o ano passado. Devíamos ter vergonha. Estamos atrás de países como os Emirados Árabes Unidos e Qatar que não são, sequer, democracias. (Isto imaginando, claro, que Portugal o é).

Contudo, como nos vamos admirar, quando damos confiança a um Primeiro-ministro como José Sócrates. Perante os casos "Freeport", "Independente" e dos projectos que andava por aí alegremente assinando, sem ter a competência legal para tal, como podemos exigir que o resto do Estado se comporte de modo menos corrupto?

É certo que Sócrates têm saído "inocente" de todas estas situações, mas, como já dizia Júlio César, "à mulher de César não lhe basta ser honesta, tem também de parecê-lo". E o nosso Primeiro-ministro tem, efectivamente, parecido muito pouco sério...

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